Loulé adapta

O município de Loulé considera as alterações climáticas como um dos desafios mais importantes do século XXI.

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A marca
loulé adapta

A marca Loulé Adapta foi criada pelo município de Loulé para assinalar e promover as boas práticas de sustentabilidade implementadas no território e todas as ações desenvolvidas no âmbito da Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas de Loulé (EMAAC de Loulé), constituindo em paralelo um alerta para a mudança de comportamentos, na busca de um estilo de vida mais sustentável e diferenciador.

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EMAAC de loulé

O desenvolvimento da Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas do município de Loulé (EMAAC de Loulé), iniciado em janeiro de 2015, no âmbito do projeto ClimAdapt.Local, pretende promover, em todo o território municipal, uma resposta coerente às múltiplas problemáticas relacionadas com as alterações climáticas e colocar o município na vanguarda a nível nacional no que diz respeito a estas matérias.

A EMAAC de Loulé foi aprovada pelo Município a 8 de Junho de 2016.

Não é a mais forte das espécies que sobrevive; nem a mais inteligente que sobrevive.
É aquela que for mais adaptável à mudança. Charles Darwin

Visão estratégica e objetivos

Visão Estratégica

Desenvolvimento de um município consciente, informado e capacitado na resposta às alterações climáticas e que incorpore na ação municipal e na gestão territorial os fatores, ameaças e oportunidades associados às novas dinâmicas climáticas.

Objectivos

  • Reduzir a vulnerabilidade aos eventos climáticos extremos e aumentar a capacidade adaptativa do município, bem como tomar partido de potenciais oportunidades;
  • Acrescentar conhecimento sobre alterações climáticas;
  • Criar dinâmicas de envolvimento dos agentes sociais e económicos no sentido de os mobilizar para a mudança;
  • Difundir o processo estratégico desenvolvido.

Metodologia

Opções de adaptação

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a rede de municípios de adaptação às alterações climáticas

EMAAC

O projeto ClimAdaPT.Local teve como principal objetivo iniciar em Portugal um processo contínuo de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC).

Num momento em que se encontram finalizadas as 26 Estratégias Municipais de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC) e conforme os objetivos programados pelo consórcio do referido projeto, deu-se o arranque para a construção da Rede de Municípios de Adaptação às Alterações Climáticas. O primeiro momento chave para o lançamento da rede deu-se pela assinatura de uma Carta de Compromisso da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas, que teve lugar na cerimónia de encerramento do projeto no dia 9 de Dezembro de 2016, em Coimbra.

A Rede foi formalizada no dia 31 de março, na cidade de Guimarães, na primeira reunião, onde o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, foi eleito o presidente do Conselho Coordenador da Rede de Municípios para a Adaptação Local às Alterações Climáticas, que é o órgão que constitui a estrutura executiva e tem como missão assegurar a representação externa da Rede e definir as melhores estratégias a prosseguir para a concretização da missão e dos objetivos. Este Conselho será ainda composto por dois vice-presidentes (Câmara Municipal de Tondela e Câmara Municipal do Barreiro).

Durante esta reunião foi ainda eleito o Conselho Geral, presidido por Guimarães, e que terá os municípios do Funchal e Vila Franca do Campo como secretários. Já o Secretariado de Gestão irá integrar Loulé, Almada, Cascais, Sintra, CEDRU, WE e Quercus. Foi igualmente aprovado o primeiro Programa de Ação 2017-2019 e o regulamento de funcionamento da própria Rede.

A próxima reunião da Rede decorre na cidade de Loulé em novembro, altura em que terá lugar também o primeiro Seminário Anual de Adaptação Local às Alterações Climáticas.

A Rede aspira ainda contribuir para uma adaptação efetiva à escala nacional através do acompanhamento e difusão de conhecimento para aumentar a capacidade dos municípios portugueses de incorporar a adaptação às alterações climáticas nas suas políticas, nos seus instrumentos de planeamento e nas suas intervenções locais.

Assim como promover a troca de conhecimento e experiências entre municípios, instituições de ensino superior e do sistema científico e tecnológico, as empresas e o tecido associativo, fortalecendo as práticas em curso e o desenvolvimento de soluções inovadoras, alargando as experiências de adaptação local a mais municípios.

Por outro lado, pretende-se promover as relações de cooperação internacional com outras redes e estruturas, contribuir para a adoção de políticas, programas e medidas facilitadoras da adaptação ao nível local e na criação de instrumentos de financiamento que apoiem a implementação de Estratégias Municipais.

É ainda objetivo contribuir para a criação e implementação, por parte da administração central e regional, de políticas, programas e medidas que promovam a adaptação (em articulação com a Associação Nacional de Municípios Portugueses) e, por outro lado, contribuir para a disseminação de boas práticas de adaptação local e a sensibilização das comunidades locais para as questões de adaptação.