Áreas de Intervenção
Território

As alterações climáticas a médio longo prazo implicam inevitavelmente alterações no território e na vida da população.

01

introdução

A necessidade de tornar os territórios mais resilientes constitui uma oportunidade para a mudança, favorecendo a resolução de questões relacionadas com a classificação e qualificação dos solos, gestão do risco de cheias, reflexão sobre a estrutura e funcionalidade ecológica, saúde humana, turismo sustentável, mobilidade, eficiência energética, uso da água, entre outros aspetos.


02

ações / iniciativas

O município tem vindo a desenvolver algumas iniciativas no sentido de incorporar medidas de adaptação e mitigação às alterações climáticas nas suas políticas e nas suas ações concretas no território. Têm sido diversas as ações executadas pela autarquia de Loulé com o intuito de requalificar espaços públicos, dando-lhes uma imagem renovada, mas principalmente uma nova funcionalidade.


Mercado Municipal de Loulé

Mercado Municipal de Loulé

Castelo de Loulé

Castelo de Loulé

Alte

Alte

Marina de Vilamoura

Marina de Vilamoura

Passeio das Dunas - Praia de Vilamoura

Passeio das Dunas - Praia de Vilamoura

Parque Natural da Ria Formosa (Quinta do Lago)

Parque Natural da Ria Formosa (Quinta do Lago)

Parque Municipal de Loulé

Parque Municipal de Loulé

Passeio das Dunas

Passeio das Dunas

Querença

Querença

Cidade de Loulé

Cidade de Loulé

"Uma Praça no Meu Bairro” – Urbanização Romeirinhas

"Uma Praça no Meu Bairro” – Urbanização Romeirinhas

Operação Montanha Verde

Operação Montanha Verde

intervenções e medidas - 2018/2019

  • A elaboração do Estudo de Avaliação da Subida do Nível Médio do Mar e Sobrelevação da Maré em Eventos Extremos de Galgamento e Inundação Costeira do Município de Loulé contemplou a elaboração de Cartas de Inundação e Vulnerabilidade Costeira, relativa ao nível máximo de maré resultante da sobreposição dos fatores de subida do NMM, Sobrelevação Meteorológica, Agitação Marítima e Maré, para os cenários futuros de 2050 e 2100, e definiu fases de adaptação e acomodação em função da evolução das cotas de inundação para os cenários de subida do NMM, com vista à mitigação dos respetivos impactos socioeconómicos. Neste momento, encontra-se em elaboração a Carta de Risco Costeiro que irá permitir evoluir para o desenvolvimento de um instrumento agregador do estudo previamente desenvolvido, incluindo na análise de risco, o edificado e os fatores socio económicos, permitindo deste modo uma análise mais célere para apoio à decisão.

  • Encontra-se em desenvolvimento o Plano Municipal de Ação Climática (PMAC) de Loulé que pretende aprofundar o trabalho desenvolvido pela EMAAC de Loulé, dando continuidade ao processo de planeamento adaptativo, aprofundando as análises realizadas, principalmente ao nível setorial e territorial, para que sejam criadas as condições que permitam uma operacionalização mais efetiva e territorialmente mais incisiva da EMAAC de Loulé. A elaboração do PMAC de Loulé tem como objetivo principal operacionalizar a EMAAC de Loulé, criando condições para que, nos diversos domínios das políticas locais, exista um quadro de atuação claro e preciso para a adaptação do concelho às alterações climáticas.

  • O Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PIAAC) da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) tem como foco a identificação das principais vulnerabilidades climáticas (atuais e futuras) e o estudo dos possíveis caminhos de adaptação para a região do Algarve. O Município de Loulé tem participado ativamente neste processo, emitindo vários contributos e pareceres e participando nos vários workshops dinamizados pela equipa responsável pelo desenvolvimento do PIAAC. A área de intervenção do PIAAC é constituída pelos 16 municípios da Região do Algarve, que constituem a AMAL.

  • Relatório sobre o Estado do Ordenamento do Território do Município de Loulé (REOT): Aprovado em 2018, este Relatório é um documento que permite analisar, avaliar e monitorizar a adequação e concretização das estratégias definidas para o desenvolvimento territorial do Concelho de Loulé. Trata-se de uma “fotografia” do território, suportada por um conjunto de indicadores qualitativos e quantitativos, traduzidos em mapas e gráficos e respetiva avaliação.


  • O Município de Loulé associou-se à campanha desenvolvida pelo Zoomarine, “Operação Montanha Verde”, no âmbito da qual foram plantadas 5.000 e 5.500 árvores em 2017 e 2018, respetivamente. Ao todo foram plantadas pelo Município de Loulé 7.000 árvores em 2017 e 8.400 em 2018, e distribuídos pela população 2.000 exemplares de espécies arbóreas e arbustivas, nas cidades de Loulé e Quarteira, que foram plantados pelos munícipes.

  • Visitas orientadas e percursos interpretativos sobre a importância da biodiversidade e geodiversidade nas áreas protegidas e naturais do concelho, contando com 895 participantes em 2018.

  • O Município de Loulé viu aprovada para financiamento, num montante de 50 mil euros, a sua candidatura ao eixo temático “EducarTE: Educar para o Território” do Aviso n.º 4656-A/2019 do Fundo Ambiental do Ministério do Ambiente e da Transição Energética, intitulada “Adaptar o Território a Novos Desafios”. Esta candidatura reflete a pretensão do município em se constituir, juntamente com o município de Silves e de Albufeira, um território aspirante a Geoparque Mundial da UNESCO, criando ferramentas de comunicação, exposição e visitação relacionadas com a valorização do património geológico e cultural, nomeadamente: a criação de uma página de internet, uma exposição itinerante, um vídeo promocional do território e sinalética para os geossítios. A candidatura de Loulé pretende promover operações (e.g. programas, projetos, ações) de Educação Ambiental, incentivando a sua replicação por outros agentes ou regiões e fomentando a criação de parcerias. Em suma, as operações devem contribuir para uma cidadania ativa no domínio do desenvolvimento sustentável e para a valorização do território, cujo sucesso passará, em grande medida, pela sensibilização, pela capacitação e pela mudança de comportamento dos utilizadores, que conjugue a equidade entre gerações e a qualidade de vida dos cidadãos.

  • Várias ações de voluntariado ambiental, muitas delas em parceria com entidades locais, regionais, nacionais e estrangeiras, onde se destacam:

    1. Remoção de espécies invasoras (chorão-das-praias, figueira-do-inferno, cana-da-índia, entre outras), contando com 170 participantes em 2018;
    2. Limpeza e monitorização de resíduos no interior e litoral do concelho, contando com 220 participantes em 2018;
    3. Voluntariado jovem de vigilância florestal que já contou com mais de 600 participantes;
    4. Monitorização de macroinvertebrados bentónicos, que contou com mais de 150 participantes em 2018.

intervenções e medidas - 2016/2017

03

como contribuir


1

Procure saber mais sobre alterações climáticas, sustentabilidade e resiliência, essa atitude representará uma oportunidade para melhorar os processos de planeamento e gestão do território.

2

Promova iniciativas de adaptação e mitigação às alterações climáticas em sua casa, no seu bairro, na sua freguesia, no seu município...

3

Esteja atento a todos os projetos territoriais que envolvam a participação pública e Participe!

4

Plante uma árvore! Cinco árvores absorvem cerca de uma tonelada de CO2 ao longo da sua vida.


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ÁREAS DE INTERVENÇÃO